Karina Limeira Brandão, mais conhecida como anaenne:
Ela morreu de amor, no dia do seu aniversário, tirando sua própria vida aos 36 anos. Seus poemas são tão, mas tão bonitos que quase desfaleço quando, em fases mais melancólicas, me pego relendo seus sonetos e rimas poderosas. Florbela Espanca, essa voz mágica do Alentejo. Realmente, tenho predileção pelos portugueses, vide "poemas preferidos - parte 1".

Podia escolher qualquer um dos que ela escreveu, acho quase todos perfeitos. Mas vou escolher três, dentre os que me tocam mais profundamente (o primeiro em homenagem à minha querida Lu Ribeiro, parece ter sido feito para ela): "Versos de orgulho", "É um não querer mais do que bem querer" e "Amar".
Karina Limeira Brandão, mais conhecida como anaenne:

Lembro como se fosse hoje. A gente na casa da Tina, em São Francisco, sem fôlego, vendo "Corpos ardentes". William Hurt e Kathleen Turner. Caramba, tão novos, sensuais, calientes. Aquele calor todo, aquela trama, aqueles olhares 43, aqueles cigarros, aquele suor... ai, "Corpos ardentes" foi um marco, nos anos 80, de nossa imaginação fértil!

Depois vi a KT em tantos outros filmes: "Guerra dos roses", "Tudo por uma esmeralda", "Minha mãe é uma assassina"... depois, como nunca mais a vi, só restou em minha mente as imagens glamourosas daquela atriz de tanto sucesso e beleza que marcou minha adolescência.

Hoje, levei um susto daqueles, quando, despretensiosamente, assistia a "Marley e eu". Tinha visto o nome dela nos créditos, até fiquei feliz, mas não estava preparada para aquela figura, a apoteótica KT, no papel da descabelada e masculinizada treinadora de cães.

Olha, sei q a vida é isso mesmo, as pessoas envelhecem, ficam diferentes, isso acontece com todos e comigo tb. Nem quero dizer q pessoas mais velhas etc. não têm beleza etc. Estou só lamentando o choque entre meu imaginário perpetuado, tão ingênuo, e a vida e sua temporalidade sempre tão eloquentes. Sei que as pessoas envelhecem, mas meu imaginário não.

Por isso, confesso, nem prestei muita atenção no drama canino, embora sensível (embora, tb tenha que confessar, aquela esfinge do Owem Wilson, uma versão loura do cigano Igor, num ajuda muito), pq estava era pensando no drama da vida. Pasmei! Please, alguém levanta o queixo caído do meu imaginário???!!!




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Outro dia declarei meu amor por Kandinsky. Aprendi com o prof. Afonso Henriques, na banca da querida Carlinha, que parte da arte moderna se inspirou nas pinturas rupestres para criar suas formas e estilos, Kandinsky entre eles, na busca dos arquétipos universais, as representações míticas e imemoriais. Kandinsky e também os grafiteiros, preferências favoritíssimas. Muita coisa se esclareceu pra mim naquele momento, pois gosto de pouca coisa em artes plásticas (embora admire e ache bonito uma penca de outras coisas, mas que não me falam ao...), dentre estas poucas, os que citei acima. Bom entender as coisas...

Mas hoje faço aqui homenagem ao meu mais preferido de todos, amo tuuuudo desse homem, tenho poster dele na minha sala de casa e tinha na parede de meu laboratório de mídia e Identidade (LAMI), gosto da fase dourada, da fase púrpura, da influência oriental com a técnica do preenchimento da tela inteira, como um mosaico, gosto da antecipação que ele faz dos rostos femininos auto-suficientes, autônomos, cheios de si, tão raros em fins do século XIX e que Hollywood iria consagrar depois com figuras como Marlene Dietrich, Rita Hayworth e Greta Garbo e amo, amo, amo "O beijo".
Gustav Klimt, essa perfeição!





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Olha, num tem como não gostar de Parati (não gosto do y, me lembra Nichteroy), esta é a verdade, inclusive na FLIP. Mesmo com aquela penca de gente andando pra lá e pra cá dando pinta de intelectual, de letramento puro, genuína sede de erudição, nada disso abalou nossa auto-estima. Cachaçamos, tb demos pinta, andamos pra cima e pra baixo naquelas pedras centenárias, olhamos aquele casario, compramos livrinhos e souvenirs, fofocamos e rimos bastante, enfim, pouco nos importava as mesas de debate, como já disse, já nos basta a quantidade de congresso malésimos que temos q enfrentar. Sinceramente, a professorada queria mesmo era festa!

Mas queria fazer uns coments finais:

1) casario, gente, o que é aquele casario? sempre me emociono. Tenho alma antiga. Mas sinto falta de uns banquinhos, como esse filho único no qual apareço sentada aí abaixo, pelas ruas da cidade, pra gente sentar e contemplar a vida.

Aquele vai e vem sem paragem (já q não dá pra sentar na soleira das portas, embora eu tenha tentado algumas vezes, hehe, vide foto tb abaixo) acaba parecendo shopping a céu aberto. Campanha já: bancos pra gente sentar, seu prefeito!!!

2) comprei um notebook cor de abóbora, souvenir da FLIP, pra fazer anotações, visando esse bloguinho aqui mesmo. Coincidentemente, comprei e li num dois "O Caderno vermelho", de Paul Auster, no qual ele recolhe historietas interessantes pela vida a fora e depois publica. Me inspirei e espero que o blog seja a publicação de meu "O caderno abóbora". Histórias não vão me faltar e em breve começarei essa série.
3) Por fim, ganhei de Maricota uma bolsa amarela, tb da FLIP, gracinha. Estou usando pra colocar trabalhos e monos neste fim de período, mas se deus quiser em breve terá um fim mais nobre: servir de bolsa de praia!!! Mas a bolsa amarela me lembrou livro MUUUUUITO querido, "A bolsa amarela" de Lygia Bojunga Nunes. Tentei achar um dos livros dela na Flipinha, mas neca. Demodê. Como pode? Premiadíssima, magistral, nunca esquecerei seus maravilhosos livros: além de "A Bolsa Amarela", "A casa da madrinha", "Angélica", "Os colegas", "O sofá estampado", "Corda bamba", "Tchau", "O abraço", "Nós três".... ah, meu pai, que saudades, queria tanto ler de novo, mas num tenho mais!

Ninguém tem pra me emprestar?

Na boa, obra-prima, fabuloso, escreve pra caraio!!!!
Quem quiser saber mais sobre ela, clica aqui.
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Devaneios. Esse é o blog de meu querido aluno Diego Dacal, por quem tenho grande admiração. Tem personalidade, é curioso, inteligente, boa pessoa e muuuito, mas muito multimídia. Levo a maior fé nele, gosto da sua visão de mundo - mesmo quando discordamos - e recomendo tudo q ele faz: foto, texto, blog etc.

O blog é esse.
O Flickr é esse.
E ainda tem o blog do projeto Olhar Oriximiná.
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amo Kandinsky. É um dos artistas que mais gosto e quando vejo suas pinturas, mesmo em réplicas mínimas na internet, quase sempre meu espírito se alvoroça. E algumas vezes fico mesmo emocionada. Arte é coisa engraçada, né? Pra muita gente, o amontoado de cores, traços, riscos de Kandinsky parece aleatório, nada dizem. Para mim, são comoventes.

Ano passado, quando estive em NY, tive a oportunidade de ver, ao vivo, o quadro de Kandinsky que tenho em forma de poster na sala de minha casa, e que adoro. Fiquei muito, mas muito emocionada. Como não sou muito ligada em artes plásticas, de forma geral, vou fazer uma serizinha aqui no blog com os meus preferidões, aqueles que me comovem pra valer. Comecei com esse queridão, pra quem olho todo santo dia aqui de meu sofá vermelho.

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Essa é uma das minhas preferidas, por muito tempo ficou como papel de parede do meu laptop. Altos papos!

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Acabei de ler Filho eterno, de Cristóvão Tezza. Sem dúvida, um bom e interessante livro. Bem escrito, original, obviamente comovente. Acho que merecia os prêmios que levou. Gostei, no geral.

Mas fiquei meio incomodada com o ego masculino do narrador. Mais do que uma narrativa sobre o filho, me pareceu uma narrativa sobre um umbigo masculino, um egocêntrico em torno de quem giram todos, inclusive o filho, a família, o mundo. Sei lá, achei pouco generoso com a alteridade.

Não estou falando que é reflexo do autor, de sua visão de mundo, de sua vida. Não o conheço e já tô meio escaldada pra não ter pretensão de cobrar coerência entre ficção e representação da realidade, mesmo sendo o livro em tese inspirado na história e na trajetória do autor.

Mas estranhei e fiquei meio pasmada com a ausência da mulher/mãe na trama, nada, nem um registro, só um fiapo, um nada que percorre poucas linhas (parece Geertz na descrição densa da "Briga de galos", em que a mulher antropóloga aparece no primeiro parágrafo e depois vira "fumaça, fumaça, fumaça..." - momento homenagem). Da mesma forma, a filha, que só recebe como referência o rótulo de ser normal, é um nada. E mesmo o filho, razão e tema do livro premiado, é um atalho por vezes embaçado para a grande descrição de si, deste narrador autocentrado, seus desejos, seus sonhos frustrados, seu grande livro sobre ele mesmo, o grande homem, o perdido, o frustrado, o que precisou aprender a viver com a dor da imperfeição.

Sei lá, achei que se trata de um livro sobre uma forma cultural masculina de pensar o mundo. Egóica e, ainda que emocionante e bem escrita, irritante, por lembrar esse grande umbigo homásculo. Não à toa está lá o futebol como grande metáfora da comunhão masculina. No fim das contas, num senti empatia pelo narrador, coisa rara comigo num livro, inda mais com tema pungente. Me lembrou, de certa forma, mau-humor que tive com o maestro filho da puta de Valsa negra, de Patrícia Mello. Confesso que este último foi capaz de me despertar mais compaixão do que o pai umbiguento do filho eternamente secundário na trama de Tezza. Gostei, mas num lia de novo, não.
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Num sei quem são, alguém me passou por email, mas adoro essa bobeira!
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Quando tive a idéia de criar o Baiúca, e isso foi muuuito antes do post do "agora vai" lá de 2004, pensei em criar um blog principalmente pra poder falar das coisas absurdas que cotidianamente lemos, vemos, recebemos midiaticamente ou não.

A inspiração foi uma nota surreal em um jornal desses de bairros, que são distribuídos gratuitamente na padaria, aqui de Niterói, que peguei e li na praia. Numa coluna, a autora, cujo nome não me lembro, compôs uma nota que era uma pérola de ponta a ponta, algo sobre discriminação. Infelizmente, não achei mais o recorte com a tal nota (sim, havia um recorte, pois havia o desejo de começar o blog comentando essa fatídica nota), mas gostaria de prestar uma singela homenagem ao seu texto, ao menos à sua frase inicial, que era mais ou menos assim:

"Há quem diga que o preconceito não é uma coisa boa."

Essa frase impressionante nunca me abandonou. Infelizmente, como já disse, não tenho o restante, era do mesmo naipe, mas um brinquinho em termos de falta de noção.

Assim, o sonho do blog era esse, o de gongar falas e falantes, imagens e aparecentes. Nunca tive tempo e talvez talento pra fazer isso direito. Agora tô aqui dando umas peruadas, mas timidamente.

No entanto, tive o prazer de descobrir que tem gente com tempo e talento de sobra pra gongar essa gente tudo. Vou elencar abaixo os meus três blogs favoritíssimos. Leio todo dia. Queria ser essa gente debochada. São meus ídolos. Sem eles, minha vida - e a de muita gente - seria muito, mas muito pior. Obrigada, meus reis!

- Te dou um dado? - o melhor de todos, disparado, sou doida por essa gente, em especial Tia Lelê e Tia Polly.

- Kibeloco - adoro! Principalmente os vídeos. (http://twitter.com/kibeloco)

- Katylene - quando acerta a mão, me faz rir por muito tempo. Sinto falta do velho e inesquecível, o campeão dos campeões, papelpobre. Mas esse tb me dá muitas alegrias. (http://www.twitter.com/katylene)

Esses três num é só questão de recomendação, é de salvação mesmo!
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Dando um toque ancestral à série, postamos agora a magistral pintura "Intriga", de James Ensor, de 1911, a caracterização perfeita das gentes falsas do mundo. ADORO!

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Acabei de conhecer, a partir de um coment num dos posts abaixo, o blog da Carol (@calooka), tb minha aluna, que se chama "Quando ela escreve... exerce sua coragem e desafia seus medos". Os textos bonitos e bem escritos revelam a sensibilidade da autora. Outro que recomendarei aí nas Sugestões da Casa e que vira e mexe visitarei.

Bom de blog é, dentre outras coisas, conhecer blogs alheios tão legais. :) é, tô gostando dessa experiência.
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Ano passado, vendemos nossa casa de família em Rio das Ostras, essa que está aí em cima com o inesquecível solzinho da tarde no quintal com as árvores ao fundo. Era uma casa de exatos 30 anos, construída em 1978, na qual planejei morar um dia e na qual passei tb muitos, mas muitos incontáveis bons momentos.

Sofri bastante com a venda dessa casa. Por diversos motivos, mas principalmente por ser a última de nossas casas de infância (sim, somos uma família com casas de infância) e por significar o fim desse sonho de lá morar, desfrutar a beleza daquele lugar quase mítico em meu imaginário, com o fim de tarde olhando o sol se pôr atrás do morro do gigante na praia da Tartaruga. Sabia que sentiria falta dos passeios em Costa Azul, dos almoços no restaurante Pôr-do-sol, em frente ao rio de Barra de São João, da casquinha de Siri no Casa da Praia, na praia do Cemitério, das caminhadas da minha casa até a praia do Bosque, do sorvete da Paradinha, da pracinha que a prefeitura nova fez questão de destruir, na qual, antes, as andorinhas vinham fazer revoada todo fim de tarde, do vento na varanda de minha casa, do solzinho, esse aí da foto de cima, no quintal ao entardecer, dos peixes na parede azul, da feirinha na Av. Amazonas, eita, é muita recordação que gosto de trazer aqui comigo. Lamentei e chorei me desfazer dessa casa, sinceramente.

Mas a vida é isso aí, eis o que estou de fato aprendendo nesse ano. "As coisas se transformam", como dizia o velho Oswaldão, "e isso num é bom nem mau". Custei a entender o verso antigo que cantarolei tantas vezes de olho fechado, hahaha. Hoje entendo. Segue aí girando a roda da vida, estou aprendendo a viver com isso. E também a festejar o novo, o possível, o melhor.

Essa casa amada se transformou em outra casa amada, esse ap no qual agora escrevo esse post aqui em Cabo Frio e que aparece aí embaixo, na foto bonitinha. Adoro o sol na varanda pela manhã, gosto da decoração gracinha que minha mãe criou, amo estar aqui em família e com os que amo, estou com muita vontade de trazer novos amigos aqui (os que vieram adoraram), já panhei amizade nesse lugar pertinho da Passagem, amo ficar sentada de tarde na varanda sentindo o vento e ouvindo meu MP3, AMO a praia das conchas, adoro caminhar pelo canal, acho a praia do forte linda mesmo qdo lotada, enfim, estou aqui costurando esse meu novo amor com esse lugar. Acho que essa história está indo de vento em popa.

Parte da lição: o fim do sonho da infância não precisa significar a morte dos sonhos. Mas um outro sonhar, com outras cores e lugares, amadurecendo o gostar, aprendendo a olhar mas com as vantagens dos quarenta anos, essa mistura de malandragem com sabedoria, mesclada com angústia e estupefação. É isso aí, bom mesmo é aprender, com saúde e disposição.
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Acabei de conhecer, através de dica de minha aluna @stephieborges, o blog "Outras levezas - recortes, influências & delicadezas insustentáveis", editado por ela, que, conforme consta na sua apresentação, apresenta nos posts "recortes: trechos, poemas, canções, cenas" de uma pá de gente bamba, como Ítalo Calvino, Florbela Espanca, Ana Cristina César, Mário de Andrade e por aí vai. Curtinhos e bons de ler on-line, os fragmentos são daqueles que dão aquela travinha na alma. Gostei, linkei, recomendei e vou ver sempre!
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mais uma da série de sucesso na blogsfera (o que prova q todo mundo conhece uma figura falsinha dessas na vida, hehe):

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A dica maravilhosa foi do Francis, hahaha. Adorei!

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Mais uma. Tá quase acabando, mas me diverte mucho. Cuidado com os que se mascaram, minha gente!

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aeeeeeeh!!! consegui um template maravilhoso pro blog, agora está ficando como eu queria!!!! Vida longa ao Baiúca. O q vcs acharam?
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Eles foram meus alunos e estagiários (ou meus ou dos laboratórios vizinhos, que comandávamos na UCB, eu, Cassia, Alice e Homero, tempos bons!). Hoje são profissionais de primeira e continuam meus amigos. Acompanho suas trajetórias com orgulho, porque sei que não perderam o que têm de melhor: vontade de aprender, olhar crítico, iniciativa pra empreender e bom-humor. Sou fã dos três e recomendo muito os seus blogs, que estão ao lado aí nas Sugestões da Casa. Vale a pena conhecer:

- Espetaculosas - o blog editado pela Tati Bruzzi (@espetaculosas) tem notícias, comentários, fotos etc.

- Babelturbo - este é o blog editado pelo @muriloribeiro, com notícias, opiniões, deboches, enquetes e por aí vai.

- Ponto. Vírgula, e reticências... - tb com notícias, opiniões e muito humor, este é o blog editado pela @luribeiro.
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mais uma, dessa vez com bjos para a família do @leoeki rir mais um pouco (valeu, Leo!).

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